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Thomas Hobbes

Thomas Hobbes

Thomas Hobbes: Sistemas políticos, líderes, estrutura da sociedade. Essas são coisas que surgem na cabeça quando o assunto se trata de Thomas Hobbes. Ele foi um filósofo de grande relevância, suas teorias científicas no campo da política são levadas em consideração mais de trezentos anos após sua morte. Thomas Hobbes foi tão eficiente em propagar suas ideias, e contribuiu tanto para o desenvolvimento de ciências sociais que poucos lembram que ele chegou a lecionar matemática.

A grande obra de Thomas Hobbes foi “O Leviatã”, na grande maioria das ciências que tangenciam o estudo da sociedade esse livro é apresentado, mesmo que seja inviável colocar em prática tudo o que ele diz.

O período em que Thomas Hobbes viveu foi extremamente conturbado. O rompimento britânico com a igreja católica era recente. A Igreja tinha muito poder no continente, e essa cisão acirrou o atrito entre Inglaterra e Espanha. Na obra de Thomas Hobbes a igreja constitui um corpo importante, e isso é importante para que a sua teoria seja bem compreendida, nela ele também aborda um pouco sobre a natureza humana.

A biografia de Thomas Hobbes

O ponto de partida cronológico de a biografia de Thomas Hobbes se dá no quinto dia do mês de Abril no ano de 1588. O local, uma pequena aldeia próxima a cidade de Malmesbury, na Inglaterra. Embora ele tivesse pai e mãe na infância, por questões profissionais ele acabou sendo criado pelo Tio. Segundo a biografia de Thomas Hobbes, seu ensino básico se deu na própria terra natal, na sua formação básica praticamente não saiu de Westport.

De acordo com a biografia de Thomas Hobbes, seu tio percebeu e valorizou o talento acadêmico do sobrinho, e optou por financiar o ensino superior. Assim ele ingressou em Magdalen Hall, hoje um dos colégios que compõem a universidade de Oxford. Conta a biografia de Thomas Hobbes que alguns anos depois ele pode fazer uma longa viagem pela europa, e isso o motivou a estudar mais em seu retorno à Inglaterra. Em seu retorno, ele estreitou relações com Francis Bacon, e isso refletiria na sua ciência política.

A história de Thomas Hobbes

Segundo a história de Thomas Hobbes, ele pode realizar outras viagens pelo continente, e conheceu alguns cientistas e filósofos que agregaram valor a suas teorias, como Galileu e Mersenne. Por volta de 1640, ele teve a oportunidade de externar suas pesquisas para grupos intelectuais, na França. Conta a história de Thomas Hobbes que ele passou alguns anos na França, e só retornou ao seu país natal quando a guerra civil cessou.

Onde Thomas Hobbes nasceu?

Thomas Hobbes foi inglês, ele nasceu na aldeia de Westport.

Onde Thomas Hobbes estudou?

Hoje o local em que Thomas Hobbes estudou se chama Magdalen College, que é um instituto que compõem a universidade de Oxford.

Onde Viveu Thomas Hobbes?

Ele teve a maior parte de sua em território inglês, mas chegou a morar na França onde foi professor de matemática.

Segunda a história de Thomas Hobbes, foi nesse seu retorno após a guerra civil que ele publicou a sua grande obra, “O Leviatã”. O nome do livro faz referência a um monstro bíblico, o maior, mais forte e mais temível monstro, que quando levanta-se, cria enormes ondas no mar. O monstro em si não é o tema do livros, mas o líder político/estado deveria ser forte como ele. A história de Thomas Hobbes nos permite ver que com essa informação, ele defende o absolutismo.

O contrato Social de Thomas Hobbes

Antes de explicar como o contrato social funciona para Thomas Hobbes é necessário saber o que ele é. A expressão contrato social é uma metáfora, uma figura de linguagem, que é pertinente a relação entre um indivíduo e o estado, ou instituição coercitiva de maior poder de seu meio social. Para Thomas Hobbes, é necessário que essa relação se estabeleça de forma que cada indivíduo abra mão de uma fração de sua liberdade, em prol do estado, para que o caos seja evitado. O caos se estabeleceria sem a presença do estado, o Leviatã, em consequência do estado de natureza do homem. Por isso o estado tem que ser forte, e absoluto, assim todos teriam medo de infringir suas leis e evitaria um cenário caótico.

Absolutismo de Thomas Hobbes

O absolutismo de Thomas Hobbes defende a ideia de que o monarca deverá ter um poder absoluto, ele deve ser forte. Sendo que todos os homens deveriam temê-lo. Todos os indivíduos devem abrir mão de parte de sua liberdade, através de um contrato social, para fortalecer o soberano. Assim ele terá o controle de tudo, tomará as decisões e colocará ordem na sociedade. Com esse formato, o absolutismo de Thomas Hobbes evitaria que o estado de natureza do homem se sobressaísse em relação ao medo do soberano. Evitando assim o estado de desordem causado pelo estado de natureza.

Porém, o absolutismo de Thomas Hobbes difere um pouco do que havia na Europa em sua época. Ele rejeitava a hipótese dos poderes divinos do líder. Para ele o líder era uma pessoa comum, mas que adquire poder graças a sua posição no contrato social. Seu estado de natureza é igual ao de todos os outros homens. Mas para que desse certo o absolutismo de Thomas Hobbes, o líder necessitaria ser eficiente em suas funções.

As frases de Thomas Hobbes

A mais famigerada entre as frases de Thomas Hobbes é a: “O homem é o lobo do homem, em guerra de todos contra todos.”. Essa frase faz referência ao estado de natureza do ser humano, que por ser egoísta acaba por predar,se impor, outras pessoas para que suas vontades sejam satisfeitas. Entre as frases de Thomas Hobbes essa é mais reproduzida.

Outra dentre as frases de Thomas Hobbes é: “Os pactos sem a espada são apenas palavras e não tem a força para defender ninguém.”. Ela é apresentada ao longo do livro “O Leviatã”, e corrobora com a ideia de que o líder tem que estar acima de tudo, inclusive apto para usar força bruta, se necessário, para poder manter a ordem. Muitas outras de as frases de Thomas Hobbes ao longo do livro endossam essa ideia.

Thomas Hobbes e o estado de natureza

O estado de natureza do ser humano para Thomas Hobbes é a essência que as pessoas possuem. E esse estado de natureza é maldoso e egoísta. Um homem não é capaz de dividir um bem, em seu estado de natureza, por isso acaba por lutar por ele, recorre à violência para alcançar seus objetivos ou bens de interesse, e se impõem sobre outro ser humano. Porém, não há uma discrepância muito grande entre as capacidades físicas e intelectuais de uma pessoa para o restante. Logo não há ninguém que possa dominar a todos no estado de natureza, o que perpetua um ciclo violência e maldades incessáveis, a menos que todos abram mão de uma parcela da sociedade para que um monarca, ou o estado centralizador tenha o poder absoluto e seja o leviatã. Para que possa usar de todos os meios para manter a ordem. Sendo tão poderoso que ninguém quebraria as normas com medo das consequências que enfrentaria por parte do leviatã.

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